Irregularidades no repasse de verbas para o município de Monteiro estão comprometendo os transportes para a população educacional de Monteiro. A denúncia é do vereador Antonio de Melo Sobrinho, o Toinho de Nequinho, que levanta a questão há alguns meses.

Segundo o vereador Toinho de Nequinho, o Governo do Estado da Paraíba está sem repassar a verba de um convênio firmado para o transporte escolar para a Prefeitura de Monteiro há cinco meses, o que está impossibilitando que os motoristas possam estar com seus veículos regularizados, abastecidos, o que fez com que alguns profissionais paralisassem o serviço.

Há 60 dias, em entrevista em emissora de rádio da cidade, o secretário Aléssio Trindade informou que em até oito dias o dinheiro estaria creditado e disponível na conta da Prefeitura Municipal, o que na verdade não aconteceu e já foram transcorridos dois meses.

“Os motoristas da cidade estão sofrendo cobranças dos donos de postos e das casas de autopeças. Eles estão em uma situação difícil, então peço ao senhor governador que tome providencias com esses pagamentos. São cinco meses assim e isso não é justo. Isso é uma falta de respeito com toda a cidade onde a maioria confiou o voto a vossa pessoa.” Disse o vereador.

Ainda de acordo com o vereador todas as providências que cabiam à Prefeitura de Monteiro foram tomadas, sendo assim, não há nada que impeça o repasse do convênio.

Toinho de Nequinho ainda pediu que toda a população acompanhe este problema, pois as aulas do segundo semestre recomeçaram e vários alunos ficaram impedidos de frequentar as salas de aulas, já que alguns comerciantes da cidade querem impedir a liberação de gasolina e produtos/peças que são necessárias para as condições de trabalho dos motoristas.

“Não podemos permitir atrasos, muito menos como os que estão acontecendo em Monteiro. São cinco meses de prejuízo para os motoristas e será muito mais para a população caso eles queiram novamente paralisar os serviços. Peço somente a cooperação do governador, não pedimos mais que nossos direito como cidadãos,” enfatizou.